terça-feira, 30 de setembro de 2008

FORMIGAS: O PERIGO DISFARÇADO PELO MITO


As formigas são amigáveis, bonitinhas, pequenas, não fazem mal.
Podem até ajudar a manter a limpeza
nas áreas onde estão instaladas.
Puro mito! As formigas domésticas são tão ou mais
perigosas para a saúde como as baratas.
O problema é cultural: elas não causam o mesmo
asco e temor, porque são pequenas e não têm aspecto nojento.
No entanto, elas têm a mesma capacidade de contaminar
alimentos e ambientes com agentes patogênicos
que as baratas e são ainda
mais difíceis de serem eliminadas.
"As formigas passam por lugares
contaminados, como lixo e esgoto.
Por isso são vetores mecânicos de organismos patogênicos
encontrados nesses locais, que podem acarretar
doenças diversas, principalmente as relacionadas
com problemas gastrointestinais, como diarréia
e vômito", explica Sérgio Bocalini,
diretor executivo da Associação Paulista dos
Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (APRAG).
A entidade está desenvolvendo um trabalho de
esclarecimento sobre as infestações de
formigas com o objetivo de alertar os consumidores.
"Se uma pessoa vê uma barata em
um bolo, ela vai jogar fora o alimento e vai
procurar descobrir se há uma infestação.
Já se encontrar um bolo cheio de formiga, em geral,
apenas tira o inseto ou corta a parte onde ele
estava e não se preocupa com o risco
de contaminação nem de infestação.
É uma questão cultural", ressalta o especialista.
Segundo ele, trata-se de um problema real em
residências, restaurantes e lanchonetes, e
ainda mais grave em hospitais e clínicas.
Fatores de proliferaçãoAs formigas se proliferam
e atingem a infestação de um ambiente
quando encontram: disponibilidade
de alimentos - restos, lixo e até resíduos nas
mesas; abrigo - paredes com tijolos vazados, brechas
na construção e equipamentos eletrônicos
(principalmente televisores e computadores); acesso
- vãos estruturais, frestas, janelas.
Como as formigas são pequenas elas têm muita mobilidade
e facilidade para se instalar, ajudadas ainda pelo
fato de que as pessoas não têm nojo e, por
isso, não se preocupam em controlar um início de infestação.
Formas de controle A principal forma de controle é a prevenção.
A manutenção de um ambiente sempre limpo e a
eliminação de pontos de entrada ou de abrigo
são as melhores armas contra as formigas.
Quando se observa uma infestação, o primeiro passo
deve ser procurar ajuda de uma empresa especializada.
"O controle caseiro não vai resolver e pode
agravar a situação", alerta Bocalini.
Existe uma grande variedade de espécies de formigas
domésticas e se o controle não for feito de forma
eficiente, pode acarretar uma multiplicação dos ninhos.
"Um dos erros mais comuns é fazer a pulverização com inseticida.
Algumas formigas vão morrer.
No entanto, outras vão
perceber a presença do produto e avisarão para a
comunidade que, em resposta, fragmentará
a colônia, fazendo surgir novos formigueiros em outros locais.
Ou seja, ao invés de ter um ninho, a casa passa a ter vários.
Por isso, na maior parte dos casos, usa-se a aplicação
de gel", afirma o diretor da APRAG.
O gel é levado para o ninho como alimento e
provoca a eliminação de toda a comunidade.
Bibliografia
FORMIGAS: O PERIGO DISFARÇADO PELO MITO por Jerson 2008

As formigas são amigáveis, bonitinhas,
pequenas,
não fazem mal. Podem até ajudar a manter
a limpeza nas áreas onde estão instaladas.
Puro mito! As formigas domésticas são tão
ou mais perigosas para a saúde como as baratas.
O problema é cultural: elas não causam o mesmo
asco e temor, porque são pequenas e não têm aspecto nojento.
No entanto, elas têm a mesma
capacidade de contaminar alimentos e ambientes
com agentes patogênicos que as baratas e
são ainda mais difíceis de serem eliminadas.
"As formigas passam por lugares contaminados, como lixo e esgoto.
Por isso são vetores mecânicos de organismos patogênicos
encontrados nesses locais, que podem acarretar doenças diversas,
principalmente as relacionadas com problemas
gastrointestinais, como diarréia e vômito",
explica Sérgio Bocalini, diretor executivo
da Associação Paulista dos Controladores
de Vetores e Pragas Urbanas (APRAG).
A entidade está desenvolvendo um trabalho de
esclarecimento sobre as infestações de formigas
com o objetivo de alertar os consumidores.
"Se uma pessoa vê uma barata em um bolo, ela
vai jogar fora o alimento e vai procurar descobrir se há uma infestação.
Já se encontrar um bolo cheio de formiga, em geral,
apenas tira o inseto ou corta a parte onde ele estava e não se preocupa com
o risco de contaminação nem de infestação.
É uma questão cultural", ressalta o especialista.
Segundo ele, trata-se de um problema real em residências,
restaurantes e lanchonetes, e ainda
mais grave em hospitais e clínicas.
Fatores de proliferação
As formigas se proliferam e atingem a infestação
de um ambiente quando encontram: disponibilidade
de alimentos - restos, lixo e até resíduos
nas mesas; abrigo - paredes com tijolos vazados, brechas na
construção e equipamentos eletrônicos
(principalmente televisores e computadores);
acesso - vãos estruturais, frestas, janelas.
Como as formigas são pequenas elas têm muita mobilidade
e facilidade para se instalar, ajudadas ainda pelo fato
de que as pessoas não têm nojo e, por isso,
não se preocupam em controlar um início de infestação.
Formas de controle A principal forma de controle é a prevenção.
A manutenção de um ambiente sempre limpo e a
eliminação de pontos de entrada ou de abrigo são
as melhores armas contra as formigas.
Quando se observa uma infestação, o primeiro
passo deve ser procurar ajuda de uma empresa especializada.
"O controle caseiro não vai resolver e pode agravar a situação", alerta Bocalini.
Existe uma grande variedade de espécies de
formigas domésticas e se o controle não for feito
de forma eficiente, pode acarretar uma
multiplicação dos ninhos. "Um dos erros mais comuns
é fazer a pulverização com inseticida.
Algumas formigas vão morrer.
No entanto, outras vão perceber a presença do produto
e avisarão para a comunidade que, em resposta,
fragmentará a colônia, fazendo surgir
novos formigueiros em outros locais.
Ou seja, ao invés de ter um ninho, a casa passa a ter vários.
Por isso, na maior parte dos casos, usa-se a aplicação
de gel", afirma o diretor da APRAG.
O gel é levado para o ninho como alimento e provoca
a eliminação de toda a comunidade.

Um comentário:

Cais112 disse...

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