segunda-feira, 30 de julho de 2007

ATMOSFERA(6)


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Embora a circulação geral da atmosfera tenha estas características, uma outra longa
serie de fatores afetam este movimento, mas para nos, o que interessa são as forças
que intervém no movimento vertical, especialmente as trocas e os contatos das três
células de circulação: a de Hadley, Ferrel e a Polar, e com maior detalhe sobre o
Vórtex polar (conforme esquema da fig. 03, lado direito).

E importante lembrar a existência de dois tipos de forças convectivas: a térmica,
provocada pelas diferenças de temperatura e gradientes de pressão e a dinâmica
provocada pelo movimento e pelo efeito de Coriolis.

O vórtice Antártico

Entendo estes aspectos, passamos à outra importante parte da explicação da teoria
geral sobre a rarefação do ozônio.
Perto do final do inverno austral, entre os fins de agosto e durante setembro inteiro, ocorre uma interessante formação no pólo sul:

ventos ciclonais (convergentes para uma zona central) de intensa velocidade,
aproximadamente 400 km, abarcam a Antártida em uma circulação praticamente
fechada, conforme apresentado na figura (04), onde vemos em planta as isóbaras5
do mês de junho.

5 Linhas que unem pontos de igual pressão atmosférica, medidas em milibares (Mb) ou em milímetros
mercúrio (mm/Hg).

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